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Registro de uma coleção de carros das décadas de 1920-1930, expostos no 14º Encontro do Automóvel Antigo, realizado em Juiz de Fora - MG.
Bom fim de semana a todos...
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Registro de uma coleção de carros das décadas de 1920-1930, expostos no 14º Encontro do Automóvel Antigo, realizado em Juiz de Fora - MG.
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RECORDES NA BALANÇA COMERCIAL

No mês de julho, as exportações do país alcançaram US$13,6 bilhões, enquanto que as importações totalizaram US$8,0 bilhões, proporcionando um saldo de US$5,6 bilhões. Esses valores recordes para um mês foram beneficiados pelo final da greve dos funcionários da Receita Federal, que já durava dois meses. De janeiro a julho deste ano, os números também são recordes, com as exportações atingindo US$74,5 bilhões, as importações US$49,3 bilhões e o superávit US$25,2 bilhões. O montante das nossas exportações está sendo mais beneficiado pelo preço dos produtos, devido ao aquecimento da demanda externa, do que pelo volume embarcado. Enquanto o volume exportado aumentou 2% em relação ao ano passado, os preços dos bens vendidos no exterior subiram 11,3%. Apesar da valorização do real diante do dólar, que prejudica a nossa competitividade, a meta de exportações de US$132 bilhões para este ano está mantida, significando uma média diária de US$552 milhões.
Esses resultados são excelentes e confirmam o acerto da política econômica que vem sendo adotada desde 2002, e que não é, portanto, deste governo como gosta de afirmar Lula. Seu mérito foi apenas o de mantê-la, apesar do fogo amigo da ala esquerda do PT e dos seus aliados, e do PSOL, que era a ala esquerda da ala esquerda do PT pré-mensalão.
Entretanto, nem tudo são flores. Há inúmeros problemas a superar para que o crescimento do nosso comércio exterior possa continuar. Existem diversos setores que estão enfrentando dificuldades, que foram ficando mais críticas à medida em que o real se valorizava. Neste ano, mais de mil empresas deixaram de exportar, principalmente por este motivo. A forte valorização do real se deve aos saldos comerciais que vêm sendo obtidos, à entrada no país de mais investimentos produtivos em função do aumento da confiança no Brasil e às taxas de juros pagas pelo governo, que atraem mais dólares ainda. Além do real mais valorizado, a competitividade dos nossos produtos é também afetada pelo protecionismo dos principais importadores, especialmente no setor do agro-negócio. A concorrência da China em diversos segmentos, como o de calçados por exemplo, é igualmente um sério obstáculo ao nosso crescimento, pois os chineses trabalham num regime próximo ao da escravidão e têm várias práticas desleais, apesar do governo Lula ter reconhecido que eles praticam um regime de mercado. Com uma atuação do governo como esta, não precisamos nem de fortes concorrentes.
Para compensar o efeito da valorização do real, o nosso governo precisa atuar para: melhorar a infra-estrutura do país visando baratear o transporte e a armazenagem da produção; reduzir os custos portuários , que ainda estão entre os mais caros do mundo devido a ação sindical, pois pelos portos passam mais de 90% das nossas exportações; reduzir a carga tributária que sufoca todos os negócios legais neste país; reduzir os encargos sociais que inibem o crescimento do emprego com carteira assinada e a expansão da produção; combater em todas as instâncias o protecionismo e as práticas desleais dos nossos concorrentes. Finalmente, uma ação fundamental: o governo precisa gastar menos e melhor com custeio, para diminuir seu endividamento e assim possibilitar uma queda mais acentuada dos juros que tanto prejudicam o crescimento da nossa economia.
"Mercados interno e externo não são excludentes ou alternativos. Eles são complementares ou aditivos."
Autor: Akio Morita
Quando: (1921-1999)

Akio Morita, fundador da Sony.
SUGANDO O SANGUE

AZIMUTH já abordou o caso da máfia dos sanguessugas. Só que pela evolução dos acontecimentos, a abordagem anterior já ficou completamente desatualizada. Agora, são 112 os políticos envolvidos, dos quais 86 estão no exercício do mandato de deputado ou senador e, destes, nada menos que 72 são candidatos à reeleição. Estamos falando em cerca de 20% do Congresso. É uma vergonha. Pelo andamento das apurações e pelo histórico de outros casos recentes, como o do mensalão, não esperem que sejam tomadas providências sérias contra os picaretas de plantão, alguns dos quais reincidentes em falcatruas. Provavelmente, nada vai acontecer antes das eleições e mesmo que aconteça, a experiência nos mostras que deste mato não sai coelho, ou seja, neca de punição. O corporativismo, aliado a expedientes tais como o voto secreto dos parlamentares, vai dificultar que os corruptos e ladrões sejam punidos. Mas, o que nos afronta é que o dinheiro que foi desviado por esta máfia, e que saiu dos impostos escorchantes a que todos estamos submetidos, é o mesmo que está faltando nos hospitais, matando pessoas no presente, e faltando para a educação, matando o futuro do país. E o governo vem permitindo esse crime, pois concorda em pagar por ambulâncias e outros bens e produtos valores muito superiores aos de mercado, gerando assim o dinheiro sujo que paga a propina para esses criminosos. Desta pilantrada que está dominando o nosso Congresso não esperem nada. E os bons parlamentares estão em minoria. A saída é a eleição de pessoas de bem, que possam mudar o rumo atual. Nós, eleitores, temos dois meses para pesquisar, pensar e escolher os nossos representantes. Devemos usar esse tempo adequadamente. É o mínimo que podemos fazer pelo nosso país.
"Prefiro estar morto a viver morto."
Autor: Sêneca
Quando: (4 a.C. - 65 d.C.)
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O filósofo Lucius Annaeus Seneca, melhor conhecido como Séneca, o moço.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
A revista Veja desta semana apresenta uma interessante entrevista intitulada “A Maldição do Petróleo” com a economista Eliana Cardoso, Ph.D. em economia pelo MIT e atualmente professora visitante da FGV-São Paulo, na qual a entrevistada afirma que a abundância de riquezas naturais com muita freqüência alimenta governos ditatoriais e corruptos (como o da Venezuela) e que só os países erguidos sobre a valorização do conhecimento, da liberdade individual e do respeito aos contratos conseguiram vencer o estágio extrativista e firmar-se como democracias modernas.

A entrevista é muito interessante e aborda os casos de vários países e instituições, e vale a pena ser lida. Dela vamos transcrever duas perguntas e respostas que abordam o caso do Brasil e do governo Lula. Veja só:
P – Há muito tempo não havia um cenário externo tão favorável como o dos últimos três anos. O Brasil fez bom uso dessa janela de oportunidades?
R – Não há dúvida de que houve um sopro externo extremamente favorável. Obviamente, é muito mais fácil governar um país quando o mundo está vivendo sem solavancos nem crises. Mas, justiça seja feita, o governo Lula soube aproveitar muitas das facilidades oferecidas pelo ambiente externo. A redução da parcela da dívida atrelada ao dólar foi um grande passo. A ênfase nas exportações também foi louvável. Com exceção do crescimento abusivo dos gastos públicos, a verdade é que a economia sob Lula não foi assim tão mal gerida. Houve vários acertos.
P – Qual foi o principal erro?
R – O convívio com a corrupção e o acobertamento dos corruptos. Esses são males cujo prejuízo para o país ainda vão durar muitos anos. O que eu condeno no atual governo é o desprezo pela retidão e pelos valores imprescindíveis na criação de uma sociedade capaz de crescer de forma estável, constante e sadia. Nesse contexto, infelizmente, nos igualamos nos últimos anos às nações amaldiçoadas pela dependência dos recursos naturais.
Falou e disse. Nas eleições de outubro podemos ajudar o país a fazer uma correção de rumo. É nosso dever para com as próximas gerações.
QUEIMANDO O FUTURO

O inverno na região Sudeste é tempo de frio e pouca chuva. Em conseqüência, a vegetação fica seca e aumenta o risco de incêndios. Há ainda o agravante de um componente cultural. É época das festas juninas e, com elas, ressurge o hábito de soltar balões. Particularmente, este ano, o clima está mais seco e as temperaturas mais altas, o que torna mais crítico o problema. Os incêndios vêm se sucedendo de uma forma assustadora, queimando tudo. A destruição tem sido desoladora. As queimadas acabam com matas e pastos, matam animais diretamente, ou indiretamente, por acabar com o seu habitat e com a sua alimentação, e, às vezes, causam a perda de casas e outros bens das pessoas. Prejudicam as nascentes d´água por destruírem o meio ambiente no seu entorno. São responsáveis pela erosão do solo devido à eliminação da sua cobertura vegetal, causando o surgimento de voçorocas e o assoreamento de rios.
As queimadas são em geral provocadas pelo homem. Duas são razões principais: a ignorância de pessoas que não avaliam adequadamente as conseqüências dos seus atos ou a ganância daqueles que buscam ter lucros fáceis, através da exploração ilegal de madeira. Apenas uma pequena parcela das queimadas decorre de causas naturais.
A solução do problema passa por dar especial atenção ao assunto nas escolas, de forma a conscientizar os jovens para o crime que hoje se pratica. Mas, qual o governante que está de fato preocupado com o ensino no nosso país? A outra ação necessária é o estabelecimento de uma legislação dura e sua utilização de fato, para proteger o meio ambiente das queimadas criminosas. Você já ouviu falar de alguém que foi punido por provocar uma queimada? Mas certamente já viu imensas áreas totalmente carbonizadas nas margens de qualquer estrada do país por onde tenha passado, não é verdade? Uma pena. É preciso acabar com isso para o bem das futuras gerações de brasileiros.
"Os povos inteligentes aprendem da experiência alheia; os medíocres aprendem por sua própria experiência; os ineptos simplesmente não aprendem."
Autor: Otto von Bismark
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Quando: (1815-1898)
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O Príncipe Otto Leopold Eduard von Bismarck-Schönhausen, Duque de Lauenburg, foi um dos mais importantes líderes nacionais do século XIX. Enquanto primeiro-ministro do reino da Prússia (1862 - 1890) unificou a Alemanha, depois de uma série de guerras que levou a cabo com sucesso, tornando-se o primeiro Chanceler (1871 - 1890) do Império Alemão. Leia mais...
LAGOA DE MUNDAÚ

Registro da Lagoa de Mundaú, próxima de Maceió, AL.
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