LAÇADA

Registro de um ensaio sobre formas, feito no mar de Angra dos Reis.
Bom fim de semana a todos...
LAÇADA

Registro de um ensaio sobre formas, feito no mar de Angra dos Reis.
Bom fim de semana a todos...
"Mal Crônico"
http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/miriam.asp
Classificação: 

AZIMUTH recomenda também a leitura da coluna de Miriam Leitão, em O Globo de 07/12/05, com o título “Mal Crônico”, na qual ela tece comentários sobre a inoperância do governo Lula. AZIMUTH já havia feito considerações neste sentido no post “Alvo Errado”, publicado na seção Deu na Imprensa da semana passada.
"Perdeu"
http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/zuenir.asp
Classificação: 

AZIMUTH recomenda a leitura deste artigo de Zuenir Ventura, publicado em O Globo, de 07/12/05. Esse artigo trata da evolução do problema da segurança pública no Rio de Janeiro, tema abordado na seção Papo Firme desta semana, sob o título de “Direito à Segurança”.
PRODUÇÃO DE AÇO

A produção mundial de aço está chegando à casa dos 100 milhões de toneladas por mês. Deste total, cerca de 31 milhões de toneladas são produzidas na China. Aqui no Brasil, o maior produtor da América latina, a produção mensal gira em torno de 2,7 milhões de toneladas. Ou seja, a nossa produção anual fica próxima da produção mensal da China (maior produtora mundial). Temos um enorme potencial nesta área, pois dispomos de pessoal tecnicamente capacitado e de uma das maiores reservas mundiais de minério de ferro. E da melhor qualidade. Somos muito competitivos em siderurgia. O crescimento significativo da nossa produção, contudo, depende fortemente de novos investimentos e estes, como acontece de uma maneira geral, são inibidos por uma tributação exagerada, por uma legislação trabalhista rígida e inadequada, por uma burocracia enloquecedora e por várias outras âncoras que impedem o nosso desenvolvimento.
"Os burocratas existem para transformar a solução num problema."
Autor: Woody Allen
Quando: (1935- )

Ator e diretor de cinema americano. Leia mais
"O Grande Salto"
http://veja.abril.com.br/071205/p_148.html
Classificação: 

AZIMUTH recomenda a leitura desta matéria de capa publicada na revista Veja de 07/12/05, que aborda cinco barreiras que têm impedido a economia brasileira de crescer de forma muito mais intensa. Muito boa!
O EXECUTIVO DOS NOSSOS DIAS
A qualidade
mais importante num executivo atualmente, não é o seu gênio para o marketing, ou
o talento tecnológico, ou qualquer outro tipo de conhecimento funcional. O
essencial é a sua disposição para tomar decisões grandes e muitas vezes
difíceis, as únicas capazes de trazer as transformações efetivamente vitais para
as empresas empenhadas em melhorar sempre. É nessa capacidade que começam a se
diferenciar os profissionais com desempenho excepcional. Um outro
atributo fundamental, sem o qual dificilmente alguém pode alimentar a
expectativa de ser um profissional que faça falta à empresa, é a capacidade de
comprometer-se com as tarefas que lhe forem atribuídas e envolver-se a fundo na
sua execução. Outra
característica essencial das pessoas que fazem diferença é, também, uma das mais
difíceis de encontrar (verdadeiramente) num executivo: a genuína disposição para
admitir seus próprios erros. Sendo um ser humano normal, é certo que ele
cometerá erros, e a sua resistência em reconhecê-los significa apenas demora, às
vezes fatal, em corrigir o que está fazendo de errado. Os erros fazem parte do
dia-a-dia das organizações e uma boa empresa tem que estar preparada para lidar
com isso. Saber
comunicar-se é outro atributo indispensável. Na gestão participativa, o
executivo é freqüentemente chamado a expor suas idéias. Se não souber expô-las
com clareza, seu horizonte pode se limitar. Por boa comunicação deve-se entender
também a capacidade de trabalhar bem com outras pessoas. Ser gregário. Uma outra
habilidade que diferencia os executivos é algo que pode ser chamado de grau de
internacionalização. Ou seja, a capacidade do indivíduo de entender, respeitar e
conviver com culturas diferentes. Por fim, há
uma qualidade fundamental para qualquer executivo que pretenda fazer a
diferença: a integridade. Antes de pensar ou fazer alguma coisa, o executivo
deve ser uma pessoa confiável, absolutamente verdadeira, alguém em quem os
outros não questionem as intenções por trás das suas palavras e atitudes. Rigor
e transparência são essenciais. ENTRE
ASPAS "Não
importa em que negócio estejam, os executivos terão de aprender a operar num
mercado global, tanto em relação a dinheiro, quanto a informações, competição e
tecnologia." (Peter
Drucker) "Uma das
funções do líder de hoje é escolher as pessoas certas para fazer parte da
organização e criar um ambiente em que elas possam ter sucesso. Isso significa
mais colaboração e trabalho em equipe, em todos os níveis da empresa." (Mort
Meyerson, CEO da Perot Systems, dos E.U.A.) Os textos
apresentados nesta seção são um extrato de trabalhos publicados em livros e
revistas especializadas em administração.
"A maior dificuldade do mundo não é fazer com que as pessoas aceitem novas idéias, mas fazê-las esquecer as velhas."
Autor: John Maynard Keynes
Buscar na Web "John Maynard Keynes"
Quando: (1883-1946)

O mais importante economista da primeira metade do século XX foi, sem dúvida, John Maynard Keynes, o filho de um professor de economia, John Neville Keynes, que nascera destinado a influenciar massivamente tanto na economia de seu país, a Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos.
DESCRÉDITO GERAL
A FGV acaba de divulgar uma pesquisa que indica que 79% dos brasileiros acham que a corrupção é a marca registrada do serviço público, acreditando que negociatas, fraudes e falcatruas estão entranhadas na máquina administrativa do país. Uma observação importante é que a pesquisa foi quase toda realizada antes da crise política e das muitas denúncias ligadas a ela. Além disso, 57% dos entrevistados acham que o setor é “pouco dedicado” e duvidam que os erros venham a ser corrigidos. A descrença inclui também instituições como os partidos, o Congresso e a Justiça. A verdade é que a pesquisa reflete nitidamente a realidade do país. Basta a gente viver aqui para concordar com o seu resultado. É uma pena esta constatação, pois o Brasil tem um potencial maravilhoso e os brasileiros mereciam mais respeito. O que é preciso é que as autoridades tenham vontade política para tomar as medidas corretivas, mesmo incomodando muita gente, em vez de tentar resolver os seus problemas pelo lado do aumento da tributação. O que tem que aumentar é o controle. Igualmente, há necessidade de aumento da eficiência da máquina administrativa através de gestão.
Sugerimos a leitura, na seção Papo Firme, dos seguintes comentários: “Sonhar é Preciso”, “Exercendo a Cidadania” e “Gastos Correntes”.
"A corrupção não é uma invenção brasileira, mas a impunidade é uma coisa muito nossa."
Autor: Jô Soares
Quando: (1938- )
Humorista, escritor e apresentador, José Eugênio Soares nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Além de se dedicar à literatura também escreveu várias peças teatrais. Apresentava o programa de entrevistas "Jô Soares Onze e Meia" no SBT, e atualmente está na TV Globo com o "Programa do Jô".
DIREITO À SEGURANÇA
O ato de barbárie ocorrido no Rio, que causou a morte de cinco pessoas e queimaduras em muitas outras no ônibus transformado em fogueira por traficantes, é tão covarde e grave quanto os ataques terroristas que vêm sendo praticados em diversos lugares do mundo. No nosso caso ainda há um agravante: não estamos em guerra e não estamos nos digladiando por motivos ideológicos ou religiosos. A explosão de violência que vem acontecendo principalmente no Rio, mas que ocorre também em São Paulo, Belo Horizonte e em muitas outras cidades brasileiras., e em escala crescente, decorre da incompetência do Estado em ocupar o seu verdadeiro espaço e garantir a segurança pública. Em vez de gastar tempo e energia inventando empresas para atuar em áreas que devem ser servidas apenas pela iniciativa privada, os governos deveriam dirigir seus esforços para atuar fortemente nos segmentos que são da sua exclusiva responsabilidade, como é o caso da segurança pública. Tal como no caso dos ratos, que ficam folgados quando o gato da casa é preguiçoso, os bandidos ficam à vontade diante da omissão do Estado.
Dentre as desculpas que são dadas à sociedade para justificar este estado de coisas, estão o nível de desemprego e a desigualdade da distribuição de renda. Esses fatores com certeza têm algum peso na questão, mas não o que é apregoado pelos responsáveis pela segurança pública, pois se assim fosse a criminalidade nas regiões mais pobres do país seria proporcionalmente muito mais elevada, e isto não é o que acontece. As razões reais para o caos na segurança pública nas principais cidades do Brasil são a corrupção nas polícias e o sistema judicial ineficiente. A melhor maneira de combater o crime é a punição exemplar dos faltosos e, sobretudo, a certeza de que essa punição virá e sem a possibilidade de liberdade condicional ou de redução de pena. Ou seja, a certeza de cana implacável e dura.
Historicamente, nunca houve vontade política para punir criminosos, especialmente os de colarinho branco, nem de limpar rigorosamente o sistema policial dos corruptos, para que os agentes honestos possam ter orgulho do seu trabalho e da sua profissão, e ser admirados pela sociedade. Depois de ocorrências de grande repercussão, como a aqui citada, as autoridades normalmente vêm a público prometer ações de impacto, que são vistas apenas nos primeiros dias e logo depois são desmontadas e caem no esquecimento. E o mais grave: não mudam nada. O que é preciso fazer é uma ação integrada e permanente dos órgãos de Segurança Pública e Justiça, nos níveis federal, estaduais e municipais, muito bem planejada e com clara definição de responsabilidades e áreas de atuação. E é claro que a prioridade de um programa dessa natureza tem que ser as ações preventivas. Não é necessário inventar muito. Basta procurar fazer um acordo de transferência de know-how com alguma das melhores polícias do mundo. Para isso, antes de mais nada, é necessário que se queira realmente acabar com a situação de descalabro em que estamos metidos.
CAMPEÃO: O CORINTHIANS
Mesmo perdendo por 3x2 para o Goiás, o Corinthians sagrou-se campeão brasileiro de 2005, num dos campeonatos mais equilibrados dos últimos tempos. Este foi o quarto título do Corinthians. Veja o quadro dos campeões brasileiros:
1971 – Atlético Mineiro
1972 – Palmeiras
1973 – Palmeiras
1974 – Vasco
1975 – Internacional
1976 – Internacional
1977 – São Paulo
1978 – Guarani
1979 – Internacional
1980 – Flamengo
1981 – Grêmio
1982 – Flamengo
1983 – Flamengo
1984 – Fluminense
1985 – Coritiba
1986 – São Paulo
1987 – Flamengo (Módulo Amarelo), Sport (Módulo Verde) e CBF
1988 – Bahia
1989 – Vasco
1990 – Corinthians
1991 – São Paulo
1992 – Flamengo
1993 – Palmeiras
1994 – Palmeiras
1995 – Botafogo
1996 – Grêmio
1997 – Vasco
1998 – Corinthians
1999 – Corinthians
2000 – Vasco
2001 – Atlético Paranaense
2002 – Santos
2003 – Cruzeiro
2004 – Santos
2005 – Corinthians
Resumindo:
4 títulos – Palmeiras, Vasco, Flamengo e Corinthians
3 títulos – Internacional e São Paulo
2 títulos – Grêmio e Santos
1 título – Atlético Mineiro, Guarani, Fluminense, Coritiba, Sport, Bahia, Botafogo, Atlético Paranaense e Cruzeiro.
Classificados para a Taça Libertadores da América:
Corinthians, Internacional, Goiás e Palmeiras
Classificados para a Copa Sul-Americana:
Corinthians, Fluminense, Paraná, Atlético Paranaense, Cruzeiro, Botafogo, Santos e Vasco ou São Paulo
Rebaixados para a Série B:
Coritiba, Atlético Mineiro, Paissandu e Brasiliense
Olha o BOTAFOGO aí, gente!!!
Blog da Santa
http://blogdasanta.blogspot.com
Classificação: 

AZIMUTH recomenda uma visita a este excelente blog da amiga Santa. Vale o click!
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